Cientista independente desvenda detalhes sobre extraterrestres e civilizações em outros planetas

COMO OS EXTRATERRESTRES SE RELACIONAM, COMO SE DESENVOLVERAM, COMO SE COMUNICAM? 

É POSSIVEL QUE EXISTA UM PADRÃO COPORTAMENTAL PARA TODOS OS SERES VIVOS, INDEPENDENTE DO PLANETA ONDE SURGIRAM?

Vinícius Feliciano pode ser considerado um cara ousado, ele é brasileiro e hoje reside em Boston, nos EUA. É ex-militar e professor de educação física do Exército Brasileiro, foi operador da bolsa de valores e também é historiador. O jovem agora se prepara e estreita contatos com o objetivo de ganhar uma oportunidade para apresentar suas teorias para cientistas de Harvard, uma das principais universidades norte-americanas.

A disciplina que Feliciano mais domina nada tem a ver com militares, história ou investimentos na bolsa de valores. Vinícius hoje estuda astrobiologia. Também conhecido como Exobiologia, esse ramo da ciência, pouco mencionado no Brasil, se debruça na busca da existência de material orgânico em outros planetas e no entendimento de como seriam essas formas de vida.

O pesquisador vai mais longe do que somente entender questões biológicas sobre os possíveis organismos extraterrestres, que para eles são necessariamente sujeitos as mesmas leis a que estamos submetidos. Ele defende que se houver vida inteligente em outros planetas o convivo social e os princípios que sustentam sua tecnologia são os mesmos lá, aqui e em qualquer lugar do universo.

A essa teoria ele deu o nome de Matriz Universal.

A matriz universal explica todas as etapas de evolução até um organismo atingir o nosso nível tecnológico… o que acontece aqui inevitavelmente se repete lá, busca por eficiência, escassez de recursos… ”, diz o estudioso.

Para explicar suas teorias ele usa um planeta hipotético, que batizou de Hipotesys.

As teorias do ex-militar, apesar de por alguns ainda serem vistas como estranhas nada tem de anti-científicas. Telescópios que custam bilhões de dólares varrem o espaço diuturnamente em busca de vida extraterrestre, um mercado bilionário e muito seleto está em busca de profissionais familiarizados com esse tipo de pesquisa e – mais do que isso – aptos a ajudar os terráqueos a entender a forma de relacionamento e possíveis meios de interação com seres de outro planeta que porventura aterrissem por aqui ou que eventualmente sejam encontrados no espaço por uma das centenas de naves que partirão para o espaço nos próximos anos.

Outro cientista brasileiro já é referência nos EUA no ramo da astrobiologia, seu nome é Marcelo Gléiser, vencedor do prêmio Templeton 2019. Nos EUA Gléiser é definido como “uma voz proeminente entre os cientistas, do passado e do presente, que rejeitam a noção de que apenas a ciência pode levar a verdades fundamentais sobre a natureza da realidade”.

 

Gléiser concorda com Feliciano quando diz: “é bom lembrar que nós, e qualquer outro tipo de vida que por acaso exista no Cosmo,  somos produto da mesma física e química. Nisso, somos já relacionados com outros seres extraterrestres, caso existam…”

https://zonabranca.com – fonte: Fonte: Revista Sociedade Militar

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